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200 DIAS DE GOVERNO: GANHOS X EXPECTATIVAS

Implantar Agro por Implantar Agro
30 de julho de 2019
em Opinião
0

 

Implantando ideias para colher resultados

O que o agronegócio conquistou e o que espera conquistar no primeiro ano de governo Bolsonaro?

 

Por Ana Paula Cenci e Luciana Lacerda – sócias diretoras da ImPlantar

 Já falamos aqui que a Bancada Ruralista, a tradicional Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) é considerada uma das mais fortes no Congresso Nacional. E, não foi  à toa que a FPA fechou o primeiro semestre legislativo apontando algumas de suas vitórias ao setor. De acordo com seu presidente, deputado Alceu Moreira (RS), os 270 parlamentares que compõem o grupo foram decisivos na votação do primeiro turno da Reforma da Previdência e na retirada dos trabalhadores rurais do texto. E isso vai ao encontro do que já falamos aqui – a Bancada Ruralista é considerada uma das mais fortes no Congresso Nacional.

 Outro destaque foi a edição de uma Medida Provisória que torna o Cadastro Ambiental Rural (CAR) permanente. O prazo para o produtor se regularizar e resolver seus passivos ambientais se extinguia este ano, mas na avaliação do setor, muitos estados ainda não tem o sistema de cadastro implementado o que colocava os produtores em uma situação de inadimplência e sem acesso ao crédito do Plano Safra.

A FPA destaca ainda a criação do Grupo de Trabalho de 35 parlamentares para debater a nova Lei de Licenciamento Ambiental; a volta do desconto na tarifa de energia para irrigantes e aquicultores que praticam suas atividades em horário noturno e por último e não menos importante, a criação do Selo Arte – que desburocratiza a produção e a venda de produtos artesanais de origem animal, além de criar parâmetros sanitários às agroindústrias artesanais[1].

Mas e agora? Acabou? O que esperar no segundo semestre de trabalho destes defensores do agro e consequentemente do Brasil?

O avanço e conclusão da Reforma da Previdência é o primeiro passo para que as portas se abram para outras questões importantes. Em seguida o setor precisa entender e se aprofundar, de verdade, no texto da Reforma Tributária para evitar que lá na frente, de impactos indesejados de uma simplificação que, a princípio, pode parecer benéfica. A verdade é que todos falam que querem a Reforma, entretanto estão avaliando seus benefícios e prejuízos reais. O fato é que a Reforma Tributária está sendo analisada por todo o setor privado. 

Além das reformas já esperadas para este governo, o agronegócio está ansioso pela votação do novo marco regulatório para o Licenciamento Ambiental e para o Registro dos Defensivos Agrícolas. Nos últimos anos foram várias as tentativas de aprovar estes textos, situação que parece bem diferente hoje, pois as chances são maiores! Afinal, o campo entendeu que tem que ouvir o setor urbano e o setor urbano, ao que parece, começa a entender a importância destes dois avanços para o desenvolvimento e segurança alimentar do país. Algo novo aconteceu: A cidade e o agro juntos – na mesma causa!

Por último, há a expectativa de se colocar um ponto final na questão do tabelamento do frete, logo após o julgamento da constitucionalidade ou não pelo Supremo Tribunal Federal. A votação na Suprema Corte está prevista também para o segundo semestre. Em contrapartida, os caminhoneiros ainda não estão satisfeitos com as saídas apresentadas pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), porém os impactos no aumento dos insumos agrícolas e alimentos, já provocou em alguns setores a compra da sua própria frota de caminhões, evitando assim novos desgastes. Tema extremamente polêmico, visto que o presidente não quer causar dano ao país, com uma segunda, possível, greve dos caminhoneiros.

Cabe aqui destacar que o atual governo vem com uma visão de reformar e desburocratizar o país – o que converge com muitas das pautas do agro. Dessa forma, avaliamos que o agronegócio está em um momento forte e favorável para apresentar suas demandas e conquista-las, mas terão muitos desafios!

Cada vez mais é necessário a conscientização do setor produtivo para atender os anseios do mundo globalizado. Como por exemplo, o surgimento de uma sociedade mais exigente com relação a saúde dos alimentos que consome, e o produtor, com o uso prudente de antimicrobianos e os cuidados com o bem-estar animal. Já nas lavouras, a aplicação consciente dos agrotóxicos nas plantações, além da efetiva recuperação de áreas degradadas e melhoria na qualidade das áreas preservadas. É isso que a sociedade, o consumidor espera do setor mais pujante do Brasil – o agronegócio.

É preciso entender que o pensamento da humanidade está mudando e por isso precisamos dialogar com inteligência, coerência e sensibilidade com os diversos consumidores, que cada vez são mais exigentes. Triste, mas real: infelizmente a grande maioria não entende a forma como produzimos e por isso precisamos, realizar um trabalho de formiguinha, e mostrar nas nossas comunidades e consequentemente ao mundo, que nós não apenas temos orgulho de alimentar a população, porém queremos ser cada vez melhores e sustentáveis neste processo.

Dessa forma, te convidamos: vamos juntos plantar a sementinha de um agro cada vez mais consciente?

[1] Todas estas conquistas foram retiradas de artigo publicado no site da FPA conforme site.

 

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O QUE FALTA PARA O AGRO SER REALMENTE TECH, POP, TUDO?

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